Quem são estes seres?
Vidas tão vazias, vidas cheias de nada…
Vidas sem tarefas…
Uns não “vêem”, outros quase não são vistos, uns são grandes, outros pequenos…
Alguns originam seres maravilhosos, outros nunca o serão. Vidas sem rumo mas em constante mutação.
Uns defendem o património (que seres importantes os que guardam os livros), outros destroem-no…
Uns procuram o cheiro, outros a luz…
Há uns que engendram armadilhas para que outros caiam, há os que nelas caem e não saem mais delas, outros há que as evitam.
Uns alimentam-se das fraquezas dos outros ou dos restos dos seres maiores…
Vivem onde as condições lhes permitem, vivem onde lhes deixam…
Parasitas da sociedade!!!
Que vida fútil a dos insectos…
Vidas sem tarefas…
Uns não “vêem”, outros quase não são vistos, uns são grandes, outros pequenos…
Alguns originam seres maravilhosos, outros nunca o serão. Vidas sem rumo mas em constante mutação.
Uns defendem o património (que seres importantes os que guardam os livros), outros destroem-no…
Uns procuram o cheiro, outros a luz…
Há uns que engendram armadilhas para que outros caiam, há os que nelas caem e não saem mais delas, outros há que as evitam.
Uns alimentam-se das fraquezas dos outros ou dos restos dos seres maiores…
Vivem onde as condições lhes permitem, vivem onde lhes deixam…
Parasitas da sociedade!!!
Que vida fútil a dos insectos…

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