Dia cinzento
As sombras são cinzentas, as nuvens… nem brancas nem negras… cinzentas…
Olho em redor mas não há cor. Há uma mistura de luz com ausência dela… cor da cinza…
Não sei se o tempo está a ficar claro, se a ficar escuro…
Hoje estou a sair da bruma… ou parece que estou a entrar nela.
O que faço?
Consulto o diário de bordo… na frente – luz… cinzenta… Nada está claro.
A única certeza? A de que tenho dúvidas.
Se o cinzento existe ou se é uma mistura de branco com negro…
O meu interior está cinzento… a minha estrada é cinzenta… o meu céu… cinzento é…
Que neblina… que nevoeiro… cor de alumínio…
Ironia da frieza do alumínio…
Cinismo da incerteza da cor…
Insatisfação – nem alegria da cor, nem tristeza da escuridão…
Esperança também não… é verde…
Cinzento, hoje… simplesmente cinzento…
Olho em redor mas não há cor. Há uma mistura de luz com ausência dela… cor da cinza…
Não sei se o tempo está a ficar claro, se a ficar escuro…
Hoje estou a sair da bruma… ou parece que estou a entrar nela.
O que faço?
Consulto o diário de bordo… na frente – luz… cinzenta… Nada está claro.
A única certeza? A de que tenho dúvidas.
Se o cinzento existe ou se é uma mistura de branco com negro…
O meu interior está cinzento… a minha estrada é cinzenta… o meu céu… cinzento é…
Que neblina… que nevoeiro… cor de alumínio…
Ironia da frieza do alumínio…
Cinismo da incerteza da cor…
Insatisfação – nem alegria da cor, nem tristeza da escuridão…
Esperança também não… é verde…
Cinzento, hoje… simplesmente cinzento…
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